Quando pequeno,
não precisava muito
para enxergar
o universo.
Bastava, mesmo
sem janelas,
fechar os olhos
e apertá-los...
Hoje adulto,
descobri que
estava certo.
Apertando-os
com as mãos
da inspiração,
passei a enxergar
(...)um íntimo multiverso

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