Talvez a natureza nos expliques com seus olhos, o real sentido da vida.
Nessa surpresa, foi preciso cegar para ver com o coração bem aberto
Além! muito além das grades invisíveis, do concreto armado.
Elevar o espírito nunca foi importante. É essencial!
Para enxergarmos o real sentido da vida. Perde-se o sentido. Ganha-se outro.
"Um passo a frente e você não está no mesmo lugar". (Chico Ciência)
terça-feira, 26 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Incerto. Certo?
Antes do hoje,
não foi passado
o que passou
antes do hoje,
não foi as lembranças
o que lembraram
Depois do hoje,
não será futuro
o que virá
Depois do hoje,
apenas uma divina
dúvida, Restará!
não foi passado
o que passou
antes do hoje,
não foi as lembranças
o que lembraram
Depois do hoje,
não será futuro
o que virá
Depois do hoje,
apenas uma divina
dúvida, Restará!
terça-feira, 19 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
O céu se abriu...
Nos olhos,
No parque,
Nos cabelos,
No botequim,
Nos sorrisos,
No cinema,
Nos encontros
No colo,
Nos choros das poesias,
No quadril das moças,
Nos sonhos dos meninos,
No olhos...
no afastar dos meus cílios. O céu se abriu.
No parque,
Nos cabelos,
No botequim,
Nos sorrisos,
No cinema,
Nos encontros
No colo,
Nos choros das poesias,
No quadril das moças,
Nos sonhos dos meninos,
No olhos...
no afastar dos meus cílios. O céu se abriu.
sábado, 16 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
Dai-nos tempo
No tempo há a nuvem cinza do tempo à cegas. Há o céu azul do tempo dos olhos.
(...) No tempo, onde até o cego pode enxergar. Há um espaço de possível recriação.
Nosso tempo não é rei. Ele é um bobo da corte. Os seus malabares girando no ar,
prova a existência das possibilidades que devemos criar. O Bobo solta as piadas aos ouvidos,
Faz malabarismos com o inflexível e a flexibilidade, tem o poder de distrair os olhos
mais atentos. Tem a pronúncia de brincar e avisar que para ser Rei...
basta rir e chorar. Basta interpretar que o verdadeiro rei, é o nosso olhar!
(...) No tempo, onde até o cego pode enxergar. Há um espaço de possível recriação.
Nosso tempo não é rei. Ele é um bobo da corte. Os seus malabares girando no ar,
prova a existência das possibilidades que devemos criar. O Bobo solta as piadas aos ouvidos,
Faz malabarismos com o inflexível e a flexibilidade, tem o poder de distrair os olhos
mais atentos. Tem a pronúncia de brincar e avisar que para ser Rei...
basta rir e chorar. Basta interpretar que o verdadeiro rei, é o nosso olhar!
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Armas Sutis
Um clima de boa conversa
arrepia os fios
os cabelos antes pressos
soltam-se
escorregam entre os dedos
da vaidade charmosa
no relance dos olhos
percebes uma troca
Os cílios delineados
retocados à mão
da cautela
armas sutis
derrubam qualquer
qualquer.
O smoking,
o mais perfeito
Uniforme escolar
Porque,
seu perfume
preso no ar
Ao olfato
uma eterna
fragrância
do início
de um romance
passageiro
foi o instante
em que ela
parou,
rodopiou,
olhou,
Acabou,
de piscar.
arrepia os fios
os cabelos antes pressos
soltam-se
escorregam entre os dedos
da vaidade charmosa
no relance dos olhos
percebes uma troca
Os cílios delineados
retocados à mão
da cautela
armas sutis
derrubam qualquer
qualquer.
O smoking,
o mais perfeito
Uniforme escolar
Porque,
seu perfume
preso no ar
Ao olfato
uma eterna
fragrância
do início
de um romance
passageiro
foi o instante
em que ela
parou,
rodopiou,
olhou,
Acabou,
de piscar.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Nada // O "ex" / de tudo...
Antes de tudo,
tudo mesmo,
nada se viu.
Antes de tudo,
tudo mesmo,
nada. Era a esmo
Antes de tudo
tudo mesmo
nada. Era vil...
Antes do nada?
do nada,
o nada
nasceu
Antes de tudo
tudo mesmo,
nada permaneceu.
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