No tempo há a nuvem cinza do tempo à cegas. Há o céu azul do tempo dos olhos.
(...) No tempo, onde até o cego pode enxergar. Há um espaço de possível recriação.
Nosso tempo não é rei. Ele é um bobo da corte. Os seus malabares girando no ar,
prova a existência das possibilidades que devemos criar. O Bobo solta as piadas aos ouvidos,
Faz malabarismos com o inflexível e a flexibilidade, tem o poder de distrair os olhos
mais atentos. Tem a pronúncia de brincar e avisar que para ser Rei...
basta rir e chorar. Basta interpretar que o verdadeiro rei, é o nosso olhar!

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