vestes a mente de qualquer homem vil
naquele mergulho no bojo do copo
os olhos amarelam-se como o sol
da manhã de um lento domingo
Cabelos virgens
vestes a mente de qualquer jovem sonhador
naquele voo Rapunzel
infinito aos olhos daqueles visam
um sonho construídos aos rabiscos
de um pôr-do-sol, lamentar o dia
Cabelos sedosos
vestes a mente de qualquer intenso amante
naquelas mãos de um oleiro
esculpem mais um místico dia
nasce uma vida, um temporal
de uma seda tecida por Deus
Cabelos mutantes
vestes a mente de qualquer louco normal
naquela transcendência da íris
poética, obedece à eternidade do instante
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| Vida. |

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