"Um passo a frente e você não está no mesmo lugar". (Chico Ciência)
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Mula Racional
Os animais entendem perfeitamente a sua função e o seu lugar no universo. Nós, quase sempre, trocamos as bolas quando os julgamos de seres irracionais.
Porém, você pode começar a se alegrar. Você pode evoluir, entender e amar os
Rezam as lendárias leis universais que nós, seres humanos, passamos por quatro fases fundamentais. A primeira, a vegetal, seria então uma espécie de fase latente, onde conseguiríamos não só observar mas, iniciar nossas primeiras compreensões sobre as leis que nos rodeiam. Mas nesta fase, ainda não teríamos a capacidade de ação e postura perante as situações. Em seguida, viria então a nossa fase animal, a fase dos impulsos, das percepções quase que intuitivas. Fase essa que nos possibilitaria a capacidade de interagir com o mundo à nossa volta. Mas também nos traria a inevitável possibilidade de cometermos erros pois, ao agirmos por impulso, muitas vezes atropelamos as reais compreensões não só do próximo, como também as nossas. Na sequência, viria a fase do ser humano, onde nessa etapa, diante de tudo até então experimentado, teríamos ai nossas primeiras experiências com nossa consciência, pois aprendemos com nossos erros, entendemos como muitas de nossas ações agrediam tanto nosso mundo externo, como o nosso interior... e diante dessas informações, o então ser humano, percebe o peso que é domar todos aqueles impulsos, todas as vaidades, todas as neuroses até então escondidas por nosso cego lado animal. Seria a fase onde entenderíamos como o conhecimento, por muitas vezes, poderia ser uma experiência dolorosa e perversa. Mas acreditando em algo de bom na essência humana, e por muitas vezes, até mesmo por uma espécie de vaidade evolutiva, quase que numa lógica maquiavélica, onde os fins justificariam os meios, este ser então não chegaria até a terceira fase para cair em uma triste desistência. Ele então perceberia, por orgulho ou sabedoria, que naquele ponto já não há mais volta. Haveria apenas a triste e solitária decisão de qual caminho trilhar. O entendimento dos conceitos como causa e consequência estariam, inevitavelmente, quase como um parasita, entrelaçados aos seus pensamentos. Só nos restaria tomar a decisão para então chegarmos à quarta fase, onde o sábio tomaria o lugar do ser humano. Estaria este, até então, disposto a realmente entender seus processos mentais? ou seriam apenas vestígios de seus impulsos animais e humanos que o levaria à forte e implacável vaidade de vitória? mas vitória pelo que? por que? e pra que então chegarmos à sabedoria? o que faríamos depois? encostaríamos ela em alguma prateleira mental como uma espécie de troféu por algo que até então não se sabe qual o motivo? mas e agora? e agora que saberíamos estar numa etapa sem volta? o que fazer? que decisão tomar? ir adiante? parar? se ir, o que faremos depois? só caberia então, única e exclusivamente, ao próprio ser, entender que não se trata de uma corrida, com início, meio e fim. Não haveria lógica acreditar na existência de uma corrida dessa espécie pois, se o fosse, estaríamos então competindo não só com o próximo mas, o que talvez seja mais triste e lamentável, conosco mesmo! é quase que incompreensível descobrir sermos nós mesmos nossos maiores vilões. Seria, como o foi na verdade, catastrófica, a consequência dessa descoberta. Mas, se não há competição, tampouco início, meio ou fim, só lhe restaria então a última ponta de reflexão:
"Bem vindo ao eterno! onde não há início, nem meio e nem fim. Onde sempre haverá espaço para todas as formas de consciência e percepção. Onde tudo, se ainda não o for, será!"
Talvez o mais triste para este ser seria a cruel dúvida de perceber nisso tudo uma certa utopia. Mas, como não haveria volta, talvez não houvessem grandes escolhas. Que siga então feliz suas utopias, mestre das candocas!
Rezam as lendárias leis universais que nós, seres humanos, passamos por quatro fases fundamentais. A primeira, a vegetal, seria então uma espécie de fase latente, onde conseguiríamos não só observar mas, iniciar nossas primeiras compreensões sobre as leis que nos rodeiam. Mas nesta fase, ainda não teríamos a capacidade de ação e postura perante as situações. Em seguida, viria então a nossa fase animal, a fase dos impulsos, das percepções quase que intuitivas. Fase essa que nos possibilitaria a capacidade de interagir com o mundo à nossa volta. Mas também nos traria a inevitável possibilidade de cometermos erros pois, ao agirmos por impulso, muitas vezes atropelamos as reais compreensões não só do próximo, como também as nossas. Na sequência, viria a fase do ser humano, onde nessa etapa, diante de tudo até então experimentado, teríamos ai nossas primeiras experiências com nossa consciência, pois aprendemos com nossos erros, entendemos como muitas de nossas ações agrediam tanto nosso mundo externo, como o nosso interior... e diante dessas informações, o então ser humano, percebe o peso que é domar todos aqueles impulsos, todas as vaidades, todas as neuroses até então escondidas por nosso cego lado animal. Seria a fase onde entenderíamos como o conhecimento, por muitas vezes, poderia ser uma experiência dolorosa e perversa. Mas acreditando em algo de bom na essência humana, e por muitas vezes, até mesmo por uma espécie de vaidade evolutiva, quase que numa lógica maquiavélica, onde os fins justificariam os meios, este ser então não chegaria até a terceira fase para cair em uma triste desistência. Ele então perceberia, por orgulho ou sabedoria, que naquele ponto já não há mais volta. Haveria apenas a triste e solitária decisão de qual caminho trilhar. O entendimento dos conceitos como causa e consequência estariam, inevitavelmente, quase como um parasita, entrelaçados aos seus pensamentos. Só nos restaria tomar a decisão para então chegarmos à quarta fase, onde o sábio tomaria o lugar do ser humano. Estaria este, até então, disposto a realmente entender seus processos mentais? ou seriam apenas vestígios de seus impulsos animais e humanos que o levaria à forte e implacável vaidade de vitória? mas vitória pelo que? por que? e pra que então chegarmos à sabedoria? o que faríamos depois? encostaríamos ela em alguma prateleira mental como uma espécie de troféu por algo que até então não se sabe qual o motivo? mas e agora? e agora que saberíamos estar numa etapa sem volta? o que fazer? que decisão tomar? ir adiante? parar? se ir, o que faremos depois? só caberia então, única e exclusivamente, ao próprio ser, entender que não se trata de uma corrida, com início, meio e fim. Não haveria lógica acreditar na existência de uma corrida dessa espécie pois, se o fosse, estaríamos então competindo não só com o próximo mas, o que talvez seja mais triste e lamentável, conosco mesmo! é quase que incompreensível descobrir sermos nós mesmos nossos maiores vilões. Seria, como o foi na verdade, catastrófica, a consequência dessa descoberta. Mas, se não há competição, tampouco início, meio ou fim, só lhe restaria então a última ponta de reflexão:
ResponderExcluir"Bem vindo ao eterno! onde não há início, nem meio e nem fim. Onde sempre haverá espaço para todas as formas de consciência e percepção. Onde tudo, se ainda não o for, será!"
Talvez o mais triste para este ser seria a cruel dúvida de perceber nisso tudo uma certa utopia. Mas, como não haveria volta, talvez não houvessem grandes escolhas. Que siga então feliz suas utopias, mestre das candocas!
La magreza da cdu!
Ha hááááaýyy : P